terça-feira, 4 de novembro de 2008

Demência





Não programes nada, porque nada é programável.

Mata esses vícios, tu respiras sozinho, não precisas de mais ninguém.



Caga na tua descendência, caga na tua vida, vive sobre a merda, porque merda já o és. RESPIRA-A, COME-A.

O fim está próximo.

Aperta os colhões até chorares, não necessitas deles.

Eles não te dominam, ninguém te ordena, só tu dominas, neste pequeno monte fecal.

Vou tirar o relógio e guardá-lo, não o quero sujar.

Não tarda corto o cabelo pela sua raiz, os pulsos.

Farto deste condutor ando eu.

Preciso de um novo. UM AUTÓMATO.

1 comentário:

Anónimo disse...

"(...) tu respiras sozinho, não precisas de mais ninguém." e não podia ser mais verdade. se afirmar que esse é um pco o lema da minha vida, não te minto. faz-me lembrar o "nascemos sozinhos e é assim que igualmente morreremos".
gostei bastante do que li por aqui, cão ^^