Cheiro-a, anda a rodear-me, agora sei o que acolher diz, não o colher, mas o acolher.
Estou a morrer ao mesmo tempo que nasço.
Sinto-me a respirar de novo. Nada me pára o bater.
O que ai virá depois do frio aconchegante da queda??
Não sei nem quero saber.
Algo mudará, ainda penso que sim.
Veremos, o Sol nasce todos os dias e a Lua deita-o nessas mesmas.
Eu verei-os ou não, mas eles por agora continuam.
AMO-TE
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