quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Morte

Cheiro-a, anda a rodear-me, agora sei o que acolher diz, não o colher, mas o acolher.

Estou a morrer ao mesmo tempo que nasço.

Sinto-me a respirar de novo. Nada me pára o bater.
O que ai virá depois do frio aconchegante da queda??

Não sei nem quero saber.
Algo mudará, ainda penso que sim.

Veremos, o Sol nasce todos os dias e a Lua deita-o nessas mesmas.

Eu verei-os ou não, mas eles por agora continuam.

AMO-TE

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